O Blog COLCHA DE RETALHOS, RECOMEÇOS trás textos e mensagens que falam sobre a vida, e o seu inevitável saldo de perdas e ganhos. O blog aborda também sobre a resiliência, esta capacidade que nós seres humanos temos de transformar os dramas e tragédias humanas em algo positivo , e que de alguma forma, possamos ajudar aos nossos semelhantes.

É Tempo da travessia; e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos. Romper não é fácil, porém, insuportável é continuar no mesmo lugar. Chega uma hora que migrar é preciso, com outras pessoas, novos "caminhos", outros anseios. Não é necessário mudar o caminho, mas sim, a forma de caminhar.

" Não importa o que a vida fez com você. O importante é o que você faz com o que a vida fez de você. ( Jean Paul satre)

" A solidão leva muitos ao suicídio, e a outros a genealidade"

" Quem vence não é o forte, tão pouco o inteligente, mas aquele que se adapta as situações da vida. Na vida, precisamos ser resilientes."


sábado, 2 de outubro de 2010

CONVIVENDO COM AS PERDAS

Todos um dia passarão por momentos difíceis, terão de superar perdas ou conviver com realidades doloridas. Acontece que a imagem que temos dos outros é aquela que nos é passada, da qual tomamos conhecimento. Muitas dessas dores e perdas nem chegam ao nosso saber, assim como muitas das nossas dores e perdas não são derramadas no mundo. A superação acaba sendo um processo contínuo, diário, e, na maioria das vezes, interior. Tomamos algumas pauladas da vida e somos obrigados a aprender a conviver com os hematomas, a adaptar a nova circunstância que se impõe.
Daí que um dia nos chegam aos ouvidos os dramas vividos por alguém, aquele alguém que nem imaginávamos ter passado por tanta coisa. Ter contato com estas histórias e com a forma com que estas pessoas deram a volta por cima faz nascer na gente uma força extra. Faz-nos perceber que a felicidade é possível, que o recomeço é possível, que os problemas virão, mas precisamos ter forças para enfrentá-los e vencer. Cheguei à conclusão que quanto mais humanos nos tornamos, mais nos dói a dor alheia, por isso compartilho com vocês às minhas " vivências e acontecências , para que as pessoas consigam enxergar que, mesmo quando o mundo parece desabar em nossas costas, ainda assim há esperanças.


“Não tenho mais a pretensão de entender o que está por trás do mistério das perdas que sofri. E desconfio um pouco de quem tenta me fornecer uma explicação”

Recomeçar hoje e sempre .

Julimar, Jullys -